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Mostrando postagens de novembro, 2018

A ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA

Os regulativos da resolução 750/93 traduziam sete princípios ostensivamente e mais um embutido ( o da essência sobre a forma), portanto, oito princípios, sendo uma das mais importantes resoluções não porque “cria” os princípios, que sempre existiram em lógica, como primeiros conceitos científicos da contabilidade, mas todavia, porque os conclama formalmente, então, é uma das poucas resoluções políticas, institucionais, que aborda a essência teórica com rara qualidade. Embora houvesse problemas na forma de interpretação e na explicação do Conselho de alguns princípios. Um desses a ser citado, é o da visão do “princípio da atualização monetária”. Se é um princípio, é um conceito primário, que não depende de outro, portanto, é um conceito base e independente porque não assume relativismo. Um princípio é aplicável em qualquer tempo e espaço, pois, a sua regra não se sujeita à negação, pois,   a sua afirmação já incute uma negativa falsa, isto é, o conteúdo da afirmação do princíp

O VALOR DE UMA TEORIA

Um verdadeiro teórico é aquele que cria um sistema de conceitos e pensamentos organizados sobre um determinado objeto, podendo ser um fenômeno, ou um ente, uma substância, ou uma forma, o homem, a natureza, o mundo espiritual, etc., o autêntico teórico procura entender e explicar, e com isso, produz um conjunto de leis, hipóteses, e conceitos sobre o determinado objeto ou fenômeno que observa. Aqui transparece a diferença de um teórico industrial, de um teórico verdadeiro, este pois, produz de acordo com o artesanato de usa mente, portanto, ele não preocupa com indexações de revistas, notas, pontuações, mas com o seu trabalho.  Os grandes intelectuais foram desta linha, eles mantinham seus trabalhos, escreviam em jornais, faziam seus livros, e não se restringiam em burocracias e formalidades. Os industriais no entanto, profissionalizaram o trabalho “teórico” como se fosse conjunto de publicações, o que prejudicou e muito a qualidade dos escritos, e o público realmente não lê aqui

O ARGUMENTO DO MAIOR E MENOR PARA A EXISTÊNCIA DE DEUS

No mundo natural temos coisas conforme a dimensão. Algumas mais extensas, outras menos, algumas maiores, outras menores, sempre em relação a algum padrão; elas serão menos ou mais, no entanto, o que poderia abranger o tudo, se não fosse alguém incapaz de cria-lo? Ou se esse alguém, essa pessoa, não fosse maior que tudo que se pode expressar matematicamente, sendo ela o próprio tudo? Essa é a maior das questões. Aqui vemos mais um argumento importante, tomista, e aristotélico da existência de Deus. Na dimensão física, antes de Einstein, se ponderava a noção de espaço e tempo absolutos, de modo que eles fossem estendidos e caracterizados em no mínimo três dimensões: largura, altura, e profundidade. A espessura dos objetos era uma medida que socorria aos níveis de maior e menor. Logo, em relação ao espaço, temos maior se o corpo tiver grandes dimensões, ou é mais largo, ou é mais comprido, ou é mais profundo. Mas as relações são finitas, porque jamais algo será maior em rel

ALGUNS TEOREMAS DO NEOPATRIMONIALISMO

Teorema é a parte menor da teoria, que mantém a sentença ou produz uma afirmação sobre um determinado objeto e seu comportamento. É uma constante, uma lei, isto é, uma regra geral válida de causa ou efeito, ou de ambos para explicar o comportamento do fato, ou raciocinar sobre alguma coisa. As leis são as relações invariáveis dos porquês das coisas, ou dos fenômenos e fatos, de suas respectivas causas e efeitos. Na obra teoria geral do mestre Lopes de Sá, a articulação de conceituação produz um tipo de teorética cujas leis. hora são gnosiológicas, hora são experimentais, hora são patrimoniológicas. No contexto de exposição, que o professor traduziu alguns teoremas. Usando de teorética superior.  Dizemos teorética como prática para produção de teoria e nada mais salutar que a produção de leis, neste sentido. Podem ser gnosiológicas com relação aos pensamentos que explicam os fatos, ou aos entendimentos, sem contar que podem se restringir ao raciocínio, ou as leis de racio

A FRAUDE DE PASADENA

Uma das fraudes do Brasil mais denunciadas, e uma das piores, que desfalcou quase 3 bilhões dos cofres da Petrobrás, e somente depois de anos do ocorrido, veio à tona, foi o caso da refinaria de Pasadena no Texas. O fato ocorreu nos limítrofes do ano de 2006.  As denúncias comprovaram o SUPERFATURAMENTO.  Aliás nem era preciso a denúncia para perceber que havia a fraude, pois, ela estava super visível. A Petrobrás pagou na época por 50% das ações, cerca de 360 milhões de dólares, divididos em 190 milhões de dólares pelos papéis, e 170 milhões de dólares pelo petróleo que lá estava. Porém, o valor pago pela Belga Astra Oil, foi de apenas 42,5 milhões de dólares. Foi uma fraude de superfaturamento de quase 17 VEZES O VALOR DE MERCADO DA EMPRESA. Quem era diretora do conselho de administração era a ex-presidente do Brasil, na época ministra da casa civil. Também os demais integrantes são corresponsáveis. Pela lei todos tem responsabilidade sobre a aprovação da compra, ainda

A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA E DA PROPRIEDADE PRIVADA

Sempre existiu uma tentativa de destruição da família, por parte de alguns, mas esta ostentação é clara no manifesto comunista de Marx e Engels, proclamando a destruição da família e da propriedade privada. Um primeiro questionamento pode ser feito: por quê um teórico autêntico poderia querer proclamar ou incentivar a destruição da família, se todos os cientistas ateus ou cristãos eram a favor da mesma? O próprio Jean Jacques Rousseau que foi estudado por Marx, dizia que a família é a célula da sociedade. Os autores da contabilidade também. Mas, por quê este desejo satânico de destruir a família? E a propriedade privada? Por quê estes dois desejos? A propriedade privada no entender de Marx, era a base para o desequilíbrio social, esta deveria ser tomada por conta do proletariado, e depois, dever-se-ia extinguir o Estado, todavia, num primeiro momento o poder estaria nas mãos da classe operária, e neste sentido, eles seriam o próprio Estado até se comunizar todos os bens. É me