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COMO O ESTADO QUEBRA

  A forma de falir um Estado pode ser entendida de modo simples sem tecnicismos como vamos fazer aqui. Aqueles que pregam que a obrigação de toda a economia é servir ao Estado, não entendem absolutamente nada de gestão, nem de contabilidade, nem mesmo de sociedade, pois, no fundo o Estado não produz nada, ele só absorve recursos. A economia cresce com a liberdade de produção, e exploração das riquezas, dentro das regras do direito, e o Estado obriga que os seus cidadãos paguem uma parcela para poder desenvolver os seus serviços sociais. Quando dizemos absorver recursos lembramo-nos de uma fonte: AS RECEITAS. Como se mantém um Estado financeiramente bem? Com receitas suficientes para pagar as dívidas e absorver os seus custos. E qual é a natureza dessas receitas? São os TRIBUTOS. O Estado não pode se manter vendendo bens, senão estaria desfalcando o patrimônio da nação, a não ser em casos especiais, nos quais vende posses, e não a propriedade, mesmo assim, dependendo, ...

AS COISAS SOBRENATURAIS

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Entendamos bem que as coisas naturais que pertencem a este mundo estão num nível muito ou infinitamente abaixo das coisas sobrenaturais. Nas naturais vemos as causas, e se explicam com muito mais facilidade, as sobrenaturais não. Elas estão numa causa invisível. Estas estão num ambiente religioso, sem este seria impossível evocar a força de Deus na realidade que ele mesmo criou.  Por essência, as coisas sobrenaturais por mais que sejam confirmadas pelos homens, estão num campo de causa sobrenatural, também, por isso, não vemos a causa, mas a  determinamos, porque só pode provir de um ser com esta propriedade, que é DEUS. Não se trata de fazer uma indevida divinização das coisas naturais, ou dos seres humanos, senão estaríamos criando falsas religiões, ou seitas (algumas absurdas vindo de ideologias políticas que exaltam bandidos e assassinos como se fossem santos), mas sim dizer que o autor das coisas sobrenaturais, está infinitamente acima de qualquer pensamento humano...

O VERDADEIRO SENTIDO DE “REPÚBLICA”

Por mais que tenhamos convenções conceituais da política, economia, direito, a palavra república tem uma significância mais contábil, não apenas pela história mas pelo cerne do vocábulo. Ela, numa separação sintática, significa “res”( res, re, rem ou rex - coisa), “publica”( publios – povo, cidadãos, público), ou seja, “coisa de todos” ou “coisa do povo”, “coisa pública”. No direito das coisas, o termo “coisa” é tratado como igual a patrimônio, então, “patrimônio público”.  A palavra república significa então “patrimônio público” ou “coisa pública”. Não a confundamos com modelo político de administração, que pode ser a democracia, aristocracia, oligarquia, tirania, etc. O termo república significa “patrimônio público”. Termo contábil, histórico-etimológico. Por ser de estirpe contábil requer outras informações importantes. O termo “res” pode ser usado para designar coisas ligadas ao pensamento então será “rem”, ou até mesmo coisas patrimoniais diretamente então “re” ou hora ...

MONOPÓLIO DO GOVERNO E PREÇOS

Na linguagem econômica qualquer nação para ter redução da inflação deve possuir uma liberdade empresarial.  A globalização é colocada por muitos como “guerra” mas ela ajudou e muito na redução dos preços pela internet.  O mundo virtual permite a redução das cifras pela grande concorrência.  O que derruba a inflação, e mantém o giro da economia é a DIVERSIDADE DOS PREÇOS. E na internet e com a globalização isso é FATO. Então, se tivermos apenas UM PREÇO, uma AUTORIDADE, uma VISÃO ADMINISTRATIVA quem competirá com ela? Ninguém. Então ter-se-á o preço que bem quiser conforme a visão unilateral do fornecedor daquele produto. Obstante, se houver então um governo que pode mandar nos preços, e assim trazê-los apenas para a sua autoridade, sua realidade, e sua vontade, teremos obviamente uma cifra de acordo com o desejo governamental e não com as diversas necessidades do mercado e da sociedade. Muitos criticam o LIVRE MERCADO, dizendo que ele é ruim. Especialmente os ide...

IDEOLOGIA E MENTIRA

Toda a ideologia quando sectária é um corpo de mentiras para enganar os espíritos mais fracos e menos inteligentes.  É como dizia Marx, a ideologia é um "vestido de idéias". É um "vestido" no sentido de maquilação, de imagem, de aparência. As idéias por trás da ideologia geralmente não são discutidas, mas tratadas de modo sectário e absoluto, mais do que a própria moral e lógica consagradas.  Quem usa da ideologia, acha que pode fazer de tudo até matar.  Os maiores genocidas do mundo eram ideologistas.  Responsáveis pela morte de mais de 300 milhões de pessoas diretamente.  Dizer que os fins justificam os meios na ótica maquiavélica não interage aqui, eles não conseguiram fins, mas pelos meios mataram muita gente, colocando a ideologia acima de tudo.  Todo lugar que estas experiências se deram com o fim de “igualdade humana”, “melhoria de vida”, “futuro melhor”, nunca alcançaram intento.  É fato dizermos que a ideologia, seja qual for, nunca ...

PALAVRAS DE UM FILÓSOFO AUTÊNTICO

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O verdadeiro filosofo é o que produz um sistema de conhecimentos. É aquele que domina a gnosiologia , interpreta bem a ontologia , e produz uma cosmovisão . Os verdadeiros pensadores não criaram ideologias, não sujaram suas mãos de sangue, não mandaram destruir a ordem criada por Deus, e muito menos mandaram os outros matarem e produzirem genocídios. Os verdadeiros intelectuais, não querem mudar a existência, mas corroborar com ela, eles pelejam ao menos para contribuir, e não para destruir. Toda a mudança é mínima. Tudo o que conseguimos é muito pouco. Vagarosamente conseguimos chegar em algum posto. Infeliz é quem tem a ideia que pode mudar a humanidade pelo poder, sendo que nós mal mal mudamos a nós mesmos. O que podemos fazer é mudarmos pouco a pouco o nosso coração. Eles de modo algum foram pessoas amantes dos vícios, mas das virtudes. Respeitadores do bem e da verdade.   Os verdadeiros sábios não se consideram os donos da verdade, ou os portadores daquilo que só...

OS OBJETOS ESPIRITUAIS

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Comentário extraído, e adaptado com base no “livro da vida” de Santa Tereza de Jesus. O demônio lhe aparecia sempre com feições horríveis para lhe tentar. Quando ela fazia o sinal da cruz ele desaparecia mas logo voltava. Usando a água benta ele desaparecia efetivamente. Depois de alguns dias ele lhe vinha tentar. A tentação chegou a lhe atingir o corpo, gerando febre. Ela se confessava frequentemente e tentava se manter em um grau que fosse considerado adequado para o seu corpo. Comungava e tinha a paz. Todavia, mesmo assim a tarefa do demônio era desviá-la para o mal. O problema é que o ser maligno, o bicho fedorento, começava a se disfarçar de Nossa Senhora e de Jesus para fazê-la se perder. Quando rezava mesmo diante da cruz, ele se fantasiava de um dos dois para intentar que ela fizesse um pecado mortal. Chegou aos níveis altos da exaustão sem conseguir fazer muito contra a tentação. Mas pedia ao Senhor uma solução para este mal, que ele lhe garantisse alguma pro...